Prazer, Visco.

Poucos são os estímulos que tenho para escrever. É dubitável a razão pela qual peno neste exercício já tão banal. Retirem de minhas costas, desde já, qualquer tipo de atribuição literária. Entretanto, se necessário for, que seja escrevedor. Não escritor. Não poeta. Escrevedor. Escrever apenas. Desvencilho-me das formalidades, das convenções e dos formismos. Arrisco-me a mobiliar, literariamente, os cômodos destas páginas vazias por puro e simples prazer. Não vislumbro qualquer possibilidade de regozijo sem que haja viscosidade. Conheço visgo e viscoso, mas prefiro visco. Aventuro-me a aglutinar a viscosidade do prazer ao ímpeto literário, de modo a constituir meu próprio visco. Leia, opine, penetre e deslize por estas palavras malemolentes.

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